Uma nova consciência está brotando para trazer mais harmonia à sociedade


Publicado em 20/06 às 15h

Por Conceição Trucom  Doce Limão

 

Pelas leis da Natureza tudo segue um ciclo: nascimento, vida e morte. Começo, meio e fim. Germinar, brotar, crescer, frutificar... e as frutas caem no solo que dará início a um novo ciclo. Assistir a filmes sobre o mundo animal nos ensina muito sobre a vida aqui na Terra e o que dela esperar; também sobre as leis do universo, principalmente de um ponto de vista do ecossistema e de todo o planeta.

Certa vez assisti à jornada de uma matilha de lobos que tinha um líder esperto e poderoso. Com o aumento de sua população, ficou difícil conseguir alimento suficiente para todos e começaram a surgir conflitos violentos, a ponto de os lobos comerem todo alimento que surgisse. O ecossistema se rebelou e a matilha foi dizimada por uma praga-doença que reduziu seu ciclo para pouco mais de 10 anos. Mas, os lobos que restaram mais fortalecidos por sua história, iniciaram um novo ciclo...

Guardadas as devidas proporções, sinto que com a população humana está acontecendo algo semelhante, quando o número de habitantes supera em muito as condições essenciais de vida em HARMONIA com a Natureza, com o planeta. Ao mesmo tempo, o ser humano, com suas inteligências e tecnologias, tem conseguido aumentar a expectativa de vida, ‘dominar’ a Natureza em prol de ‘facilitar’ sua maneira de viver nas cidades e ‘usar’ a natureza como matéria-prima para industrializar tudo e gerar seu ‘sustento’. Este excesso de tudo tem sinalizado, com sintomas claros do ecossistema, que estamos vivenciando um final de ciclo...

De fato, trata-se de um movimento de transição das consciências: do medo à confiança, do ódio ao amor, do estado de separação para a união, ou, ainda, do egoísmo para o altruísmo. Toda mudança envolve três fases: término, zona neutra (espera) e recomeço. O término se assemelha à morte. É a destruição daquilo que precisa ir embora, e isso significa a queda das paredes da nossa prisão. Mas, estando identificados com o que precisa ir embora, sofremos o terror do aniquilamento, e entramos em estado de NORMOSE: uma atrofia da capacidade de sentir em todas as instâncias. Pode ser este o seu, o nosso, momento de emergência: pisca alerta LIGADO... Renascer, ressurgir das cinzas: Brotar é Preciso!

Está havendo uma mudança das coordenadas que sustentam a consciência do planeta, o que permite o acesso a dimensões do Ser até então inacessíveis. Isso gera sensação de aceleração. Conclusão: o que nos faltou, o que não foi cativado, as ausências, serão exatamente o primeiro plano, o foco, deste novo ciclo. Frestas de luz e amor estão entrando no seu, em nosso Ser...

Nos Momentos de Emergência e nos momentos de HOJE, nosso mestre é a busca interna, usando como ferramenta a reconexão com a Natureza, com os Reinos, com as Hierarquias Espirituais. Temos que respirAR BEM - inspirAR-expirAR -, expandir nossas consciências e corações, desapegar, ter ideais grandiosos, ter clareza mental - Poder Pensante - e não nos permitir sermos contaminados, enfim, sermos  servidores do planeta.

A Paz é um estado de Graça que precisa ser conquistado por todos, porém muito necessário em tempos de emergência, sensação de escassez e caos. E como alcançá-la rapidamente nestes momentos? A reconexão com a Mãe Natureza: seus ritmos, suas ofertas, seus ciclos sagrados. Também a oração que está disponível para todos, a todo tempo.

Faz parte da Paz liberar o desassossego, o apego. Porque precisamos desapegar; estar dentro da Lei do Serviço e nos prepararmos. Isso inclui respeitar e compreender que a Terra sempre fará o que lhe é de direito.

   

Auxilia a Natureza e trabalha com ela,
e a Natureza te verá como um dos seus criadores, 
obedecendo-te.

E ela abrirá de par em par diante de ti as portas de suas
câmaras secretas, desnudará ao teu olhar os tesouros 
ocultos nas profundezas do seu seio virgem.

Impoluída pela mão da matéria, ela revela os seus tesouros
apenas ao olho do Espírito – olho que nunca fecha, 
olho para o qual não há véu 
em todos os seus reinos.

Helena P. Blavatsky



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